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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

8 DICAS DE COMO LIDAR COM NOTÍCIAS FALSAS E NEGATIVAS


Conseguir uma adequada gestão de crises é tarefa das mais árduas para as Assessorias de Imprensa e Departamentos de Comunicação.

Agora, imagine se você for responsável por um país inteiro. E se esse país for os Estados Unidos?

Pois é, Marguerite Hoxie Sullivan, além de sua robusta carreira na imprensa norte-americana, ocupou vários cargos no governo americano, inclusive no Departamento de Estado dos EUA, no Fundo Nacional para Ciências Humanas e na Casa Branca. Participou do secretariado de um governador de estado. Foi diretora executiva da Comissão Nacional da Unesco nos EUA e vice-presidente de Comunicações e Assuntos Externos de uma ONG que trabalha com questões de democracia.
Marguerite Sullivan passou a participar de publicações, e realizar palestras compartilhando experiências em como lidar com a imprensa e fazer a gestão de crises.
Veja as 8 dicas sobre como lidar com notícias falsas e negativas, extraídas de uma de suas publicações, "A Responsible Press Office in The Digital Age".

Às vezes pode parecer que a mídia dá informações falsas de propósito, mas na maioria das vezes as imprecisões das reportagens se dão por erro. Se suas declarações forem distorcidas em uma matéria ou se uma informação dada estiver errada, tome providências imediatamente

1- Corrija!

Corrija a informação errada pela mídia digital ou entre em contato com o repórter ou redator.

2- Não faça ameaças 

Ameaçar o veículo ou jornalista não vai resolver a informação errada.  Lembre-se do velho ditado dos jornais: “Nunca compre briga com alguém que compra tinta a granel.” Isto é, não compre briga com a mídia. Corrija informações imprecisas sem culpar ninguém

3- Entregue dados e fatos

Tenha fatos para fornecer e considere que tudo o que disser para corrigir o erro será on the record. Somente se não conseguir nada com o jornalista, procure o editor.

4- Pense estrategicamente


estratégia comunicaçãoVocê pode pedir retratação ou correção de um erro, e muitas autoridades fazem isso. Mas outros acham que trazer a questão à tona somente mantém a informação errada no noticiário. 
Na mídia on-line, notícias incorretas podem ser acessadas eternamente. Por isso é muito importante que essas mídias sejam monitoradas, uma ferramenta de clipagem é uma solução. Solicitar uma correção pode ser o caminho a seguir. 
“O que faço depende da gravidade do erro”, disse um diretor de Comunicação de um órgão federal dos EUA.  Ele não fez nada quando a manchete saiu completamente errada, mas a matéria em si estava correta em sua essência. “Deixamos passar”, disse. 

5-  E no mundo digital?

A mesma estratégia vale se o erro for em uma plataforma de mídia social, como um blog.
“Em geral refutações ou correções só são feitas se o artigo e/ou o blogueiro for famoso o suficiente para ser percebido e podem gerar mais cobertura”, disse uma autoridade do Departamento de Defesa dos EUA. “Podem assumir a forma de um e-mail imediato ou da tradicional ligação telefônica do secretário de imprensa ou outro porta-voz sênior para a imprensa. No entanto, é aí onde o Twitter e outras mídias sociais podem ser mais eficazes.” 
Imprensa no mundo digitalAs mídias sociais permitem que a informação correta seja divulgada instantaneamente e depois atualizada conforme necessário. Com as mídias sociais, é possível fazer uma correção ou explicação sem se opor diretamente ao meio de comunicação ou ao jornalista, evitando assim prejudicar a relação de trabalho
Foi o que aconteceu em uma agência governamental dos EUA, quando a equipe de comunicação percebeu que a matéria de um influente jornal havia interpretado completamente errado o que o chefe da agência havia dito. “Meu chefe não queria confrontar o jornalista”, disse o diretor de Relações Públicas. Ao invés disso, o diretor de agência escreveu um artigo para um blog sobre o assunto, esclarecendo a situação sem mencionar o jornal, o artigo nem o jornalista. O jornal prosseguiu com uma matéria subsequente que expressou de maneira correta a opinião da autoridade conforme constava no blog. “Quando se percebe que é necessário corrigir uma informação errada, as mídias digitais e sociais oferecem um bom meio para nos expressarmos com nossas próprias palavras”, acrescentou o diretor de Relações Públicas.

6- Mídias Sociais x Mídias Tradicionais

Um erro nas mídias sociais não precisa ser tratado de modo diferente de um erro em jornal ou na mídia eletrônica.
“Lidamos com os erros de blogueiros da mesma maneira como lidaríamos com os erros da mídia tradicional: ignoramos as coisas pequenas e respondemos as coisas importantes, corrigindo as informações erradas com vigor e rapidez quando a questão é importante”, disse um comunicador do governo norte-americano.

7- Agilidade

A agilidade é crucial, e os prazos são cada vez menores.
As respostas e informações precisam ser fornecidas rapidamente. “Não se pode esperar até o fim do dia”, disse uma autoridade do Departamento de Defesa dos EUA, comparando com o ritmo mais lento de antigamente para corrigir um erro na mídia tradicional. A menos que você atualize ou corrija a informação rapidamente, “o estrago já pode ter sido feito por estar circulando on-line há algum tempo”, acrescentou. É por isso que agir rapidamente na mídia social e móvel para esclarecer ou corrigir informações erradas é tão importante e tão fácil. 
Enviar uma nota, imediatamente, à imprensa especializada pode ser uma solução. É importante que essa informação chegue à pessoa certa para que seja considerada, tenha um mailing jornalístico sempre atualizado.

8- Mude de assunto

Às vezes, uma maneira de lidar com informações falsas é mudar de assunto.
Certa vez um blogueiro enviou um e-mail para formadores de opinião em um país da ex-união Soviética afirmando que uma das principais líderes da oposição havia sido assassinada, o falso boato disseminou-se rapidamente pela blogosfera.
A líder oposicionista e sua secretária de imprensa consideraram três opções:
  • Confrontar a informação falsa dizendo “a líder da oposição está viva” - o que poderia dar credibilidade à informação falsa;
  • Não fazer nada - o que poderia fazer o boato se espalhar ainda mais rápido;
  • Ou convidar uma equipe de televisão para gravar com a líder oposicionista sem tocar no boato absurdo, de modo que o público pudesse ver que ela estava viva. 
Nesse caso, mudar o foco para outro assunto foi a melhor medida.

Resumindo:

Quando se sabe que uma matéria falsa ou distorcida vai ser publicada ou transmitida, pode ser preciso ir a público com a versão oficial da história antes dos críticos. Quando uma opinião pública se forma sobre determinado assunto, pode ser difícil mudá-la. 
“As mídias sociais também permitem que você combata rapidamente informações falsas de adversários”, disse Doug Wilson, secretário adjunto de Defesa para Relações Públicas do governo Obama, ao The Washington Post. “A natureza instantânea e abrangente das mídias sociais são seus pontos fortes, e você se beneficia desses pontos fortes em situações nas quais sabe que os destinatários estão equipados de maneira similar.”

Fonte: comunique-se.com.br  

By JORNALISMO ANTENADO with No comments

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Guia básico para medir resultados de estratégias em mídias sociais

Acabei de ler este texto antigo do Blog Mídia 8 e achei muito interessante repassar (preservado logicamente os devidos créditos) para que aqueles que não tenham tido a oportunidade de lê-lo, ter acesso. Espero que também gostem. 



Medir resultados da sua estratégia de social media não é uma tarefa fácil e muitas vezes nem mesmo compreendida. Cerca de 50% das empresas não sabem o valor de estarem no LinkedIn, por exemplo. O mesmo número de empresas não sabe o real valor de impacto dos blogs sobre as métricas de negócios e 53% não conseguem analisar o ROI no Twitter. São muitas variáveis e contextos, mas uma coisa é certa: elaborar uma estratégia de mídia social para empresas requer muito empenho e dedicação.
Mais importante do que recolher os dados, é saber o que recolher, como recolher e o que fazer com eles. Dados por si só não servem para nada. É preciso extrair algo deles, dando certa utilidade e, com isso, realizando uma medição de todo seu empenho. Abaixo confira 4 passos que formam um guia básico, adaptado pelo blog, para medir os resultados da sua estratégia de mídias sociais:

Passo 1: estipule os objetivos

Sua empresa precisa definir e ter bem delimitado quais são os indicadores-chave de desempenho (key performance indicators, ou KPIs) para as redes sociais. Os objetivos precisam ser mensuráveis e as métricas precisam estar em sintonia com a linha de negócios que a empresa possui. Não há como caminha para um lado contrário ao do pensamento empresarial. Exemplos de indicadores-chave de desempenho para o Twitter são:
  • Número de fãs por cidade, segmento, sexo ou região demográfica;
  • Porcentagem de comentários negativos e positivos sobre um determinado produto ou marca;
  • Atendimento ao cliente e os custos que as mídias sociais reduziram nesse serviço;
  • Feedback sobre ideias e sugestões de melhores ou reclamações.

Passo 2: medindo os resultados com Google Analytics

Sua empresa precisa ter em mente que nada é tão fácil ou tão difícil de ser analisado. Se for um dos dois, algo já está errado antes mesmo de ser verificado. O segundo passo se resume a medir os resultados colhidos durante a campanha e alguns pontos devem ser observados:
  • Crie filtros para as campanhas nas redes sociais. Verifique quais ações estão partindo de quais mídias sociais;
  • Crie landing pages para as mídias sociais: ofereça conteúdo atraente para uma mensagem mais clara, variando conforme sua campanha e a mídia a ser usada. Algum lugar deverá ser a página de destino contento suas informações. Ofereça vários caminhos e um ponto comum;
  • Acompanhe as interações com as mídias sociais no site: se os usuários não estão interagindo com o conteúdo de seu site, algo precisa ser rapidamente mudado.
Outras ferramentas gratuitas são:
Exemplos de ferramentas pagas:

Passo 3: interpretação dos dados

Você deve ter atenção aos dados das diferentes redes sociais. A análise do Facebook se diferencia da análise do Twitter, por exemplo. No caso da rede social de microblogs, 3 fatores são os essenciais,como perfis, atividade e engajamento. Já na rede de Mark Zuckerbeg, pode-se verificar dados qualitativos, quantitativos e atividade.
No Twitter, analise:
  • Perfis: veja o sobe e desce no número de seguidores, quantas tweets são relacionados à sua empresa e a média diária de publicações;
  • Atividade: nesse quadro entram o número de clicks, RTs, o tipo de conteúdo publicado e qual a estrutura de tweet que tem recebido o melhor CTR;
  • Engajamento: menções à uma palavra-chave, conteúdo das palavras-chave e análise de sentimento.
No Facebook, analise:
  • Dados quantitativos: número de likes, número de páginas visualizadas e referências externas.
  •  Dados qualitativos: usuários, idioma, localização e tipo do feedback.
  •  Atividade: mensagens visualizadas, interações, comentários, horários das interações e número de links públicos.

Passo 4: confira sua estratégia

Será que você está cumprindo suas metas estipuladas lá no primeiro passo? Se a resposta é positiva, parabéns! Não se esqueça de medir e agir com os resultados colhidos e analisados, sempre ficar atento para captar possíveis melhorias e sempre procure obter resultados ainda melhores. Porém, caso a resposta seja negativa, mude, logo! Identifique as métricas que estão obtendo os piores resultados. Abaixo segue algumas dicas para sua empresa improvisar:
  • Publique outros conteúdos ou em formatos diferentes;
  • Publique mais ou menos, dependendo do seu caso;
  • Estude seu público-alvo e seu comportamento e veja o que pode ser oferecido a eles. O que você gostaria que fosse oferecido a você? Pense também como o usuário;
  • Você responde aos comentários de seus usuários? Quantas vezes? Quando você responde? Verifique a sua interação com eles;
  • Quem são seus usuários? O que eles não estão fazendo? O foco sempre é o cliente;
  • Metas surreais? Talvez seus objetivos necessitem ser mais tangíveis.
Há muitas razões para você monitorar sua empresa nas redes sociais. O importante é você ter sempre em mente como trabalhar e montar um relatório com os dados obtidos, lembrando sempre que existem as oportunidades e os riscos de se realizar essas análises. Na dúvida de como começar o monitoramento, é só conferir diversas dicas espalhadas por aí. Mídia social também é uma arte. Se não souber interpretá-la, de nada adianta todo o esforço do artesão.
Não deixe de conferir:
Com informações traduzidas e adaptadas do The Wall.
Fonte e crédito : Blog Midia 8 em 2 de setembro de 2011 (http://blogmidia8.com/2011/09/guia-basico-para-medir-os-resultados-da.html ) Texto na íntegra .

By JORNALISMO ANTENADO with No comments

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Comunicação integrada x mídia

O desafio de hoje é buscar as melhores soluções com foco em comunicação multiplataforma e não apenas em função de uma única mídia. Você tem feito isso?

Nos últimos anos, percebemos uma grande evolução na comunicação de marcas, no sentido de integrar e ampliar o leque de canais e de mensagens enviadas ao consumidor. Hoje, para se chegar ao consumidor final, não basta apenas estar presente em campanhas de TV e mídia impressa, como há algum tempo. A comunicação precisa ser integrada e contemplar os mais variados canais, como os meios eletrônicos, pontos de venda, digital signares, entre outros.


A rotina do consumidor mudou, o que impacta diretamente, na evolução das agências de propaganda e marketing. O mercado de propaganda tenta se adaptar à nova realidade do consumidor e ao seu status "multiocasião". No entanto, apesar dos esforços para adequar as agências à nova demanda do mercado, muitas continuam viciadas em uma grande mídia.

O problema é que esta resistência pode comprometer a eficácia das ações de comunicação propostas. Afinal, nem sempre a melhor ação para uma marca ou para o aumento do volume de vendas se concentra apenas em uma grande mídia. O glamour do segmento, por tantos anos tão valorizado, começa a perder força. Em seu lugar, entram a necessidade de gerar retorno para o investimento da ação, tanto em construção de marcas quanto em resultados em vendas.

O desafio de hoje é realizar uma comunicação totalmente integrada: buscar as melhores soluções para o cliente com foco em comunicação multiplataforma e não apenas em função de uma única mídia. Neste sentido, as agências que trabalham com branding e ponto de venda podem ter alguma vantagem para se adequar ao novo momento da propaganda.

Ao gerar um plano de comunicação que já contempla um trabalho diversificado, em vários canais e alcançando o consumidor em pontos diferentes, a oportunidade e o potencial de retorno para o que foi investido aumentam. Essa nova dinâmica implicará em um trabalho mais integrado e talvez em menor receita, mas fortalecerá o relacionamento de longo prazo entre anunciantes e agências.À medida em que a comunicação atingir o consumidor em todas as situações às quais ele está exposto, o envolvimento, o relacionamento e, consequentemente, a fidelização serão maiores.

O novo momento do marketing deverá transformar a estratégia de custos das agências, além da estrutura interna e de todo o mercado. Ainda estamos aprendendo como atender à nova demanda com criatividade e sem onerar o cliente. Porém, uma coisa é certa: a longo prazo, todos ganharão com uma comunicação muito mais eficiente.

Leonardo Lanzetta (Sócio e Diretor executivo da DIA Comunicação e Diretor de Imagem Corporativa do POPAI Brasil)

Fonte : Portal HSM-20/01/2010


Um exemplo desse assunto pode ser lido no livro “Onipresente”, de Ricardo Cavallini, onde é debatido sobre a mudança do consumidor. Porém, o autor afirma que não é apenas o consumidor que está mudando, mas as agências também. Agora as mídias ficam em segundo plano, fazendo com que o público alvo se torne o primeiro e principal aspecto. Com a globalização podemos encontrar muitas mídias para se divulgar, mas não são todas as pessoas que utilizam-se de todas, por isso existe a Comunicação Integrada: ela estuda os consumidores, analisa as melhores mídias para atrair o  seu público alvo, fazendo também uma pesquisa de audiência.Muitas vezes uma marca quer anunciar seu produto em diversas frentes, então a mensagem transmitida acaba sendo a mesma, porém em formatos diferentes, conteúdos adaptados a cada meio, fazendo com que a união de todas as mídias se tornem uma só.

Márcia Canêdo

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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O Desafio do marketing digital é evoluir junto com público-alvo

Para Martha Gabriel, consultora e professora de MBA de marketing no ambiente digital,os profissionais da área precisam encontrar o cliente e ser relevante para ele.Até que se fizesse a roda, não parecia tão essencial a sua existência. O mesmo ocorre hoje no mundo do marketing. Antes do surgimento do ambiente online, não se fazia necessário usá-lo como ferramenta de marketing. Até mesmo porque o público não estava navegando na internet.Agora, o ambiente digital oferece mais opções de plataformas de ação, pontos de presença e relacionamento com o consumidor. No entanto, as melhores opções a serem utilizadas, incluindo as plataformas tradicionais de marketing, são determinadas em função de cada objetivo e público-alvo. “O que muda o marketing é a mudança do comportamento do público-alvo e não as tecnologias em si”, pontua Martha Gabriel, consultora e autora do livro "Marketing na Era Digital".

De acordo com a acadêmica, as plataformas digitais proporcionaram voz às pessoas em proporções cada vez maiores e em formato de rede. Por isso, o desafio do marketing digital é ser relevante para as pessoas. “Se antes o público era alvo, hoje além de alvo é também mídia e gerador de mídia. Essa transformação social que as tecnologias digitais online têm alavancado deve nortear as ações de marketing cada vez mais”, pontua a acadêmica.Assim, torna-se importante saber validar os vários tipos de mensagens e informações que circulam no ambiente online. “A principal disciplina a ser aprendida hoje é educação digital - educação 2.0 - que ensina a ouvir e agir no ambiente digital. A habilidade de saber validar a informação, o ‘ouvir 2.0’, ainda precisa ser educado”, complementa Martha.

Por isso, determinar o que é relevante para o target é essencial para a captura de atenção. Diante de um cenário em que as pessoas são bombardeadas por informações em tempo real, em um volume e frequência enormes, a relevância virou palavra de ordem em todas as ações de marketing, seja na busca, mobile, redes sociais etc. “Hoje o que importa não é mais conquistar audiência, mas a atenção”, afirma Martha.Contudo, a consultora avalia que o que é emergente do marketing digital é justamente o que sobra de essencial: as relações humanas, que são catalizadas pelo digital. “As conexões são digitais, mas as relações são humanas”, ressalta.


Além disso, Martha criou o conceito de “one line”, que seria o melhor mix indicado para cada caso específico, para atender necessidades e desejos do consumidor. “Como estamos nos tornando seres híbridos, que vivem on e off simultaneamente, o importante não é se a mídia ou as ações de marketing são feitas na plataforma digital ou não. O que é realmente importante é usar a plataforma mais adequada para alcançar e atender o seu público”, conta.Para a consultora, da mesma forma que qualquer tecnologia que surgiu no passado remodelou as tecnologias anteriores, como aconteceu com a pintura, fotografia, cinema, televisão, vídeo, etc, o mesmo acontece agora com a emergência das várias plataformas digitais.“No caso do digital, como ele favorece a convergência e o cross-mídia, as transformações são maiores e mais impactantes. Entretanto, essas transformações são auto-reguladoras. Apenas as soluções mais adequadas sobrevivem no mercado”, posiciona.



Perfil do profissional de Marketing Digital

Com o avanço cada vez maior do uso de ferramentas de marketing digital, o perfil do profissional também acaba sendo impactado. Para a professora, há a “necessidade de se conhecer as diversas tecnologias para poder traçar estratégias adequadas”. Hoje, surgem tecnologias novas todos os dias. Conhecer todas as tecnologias com maestria para poder traçar estratégias adequadas junto ao público-alvo é uma tarefa quase impossível para um profissional isolado.“Acredito que uma forte tendência seja cada vez mais termos equipes multidisciplinares e também campanhas traçadas por mais de uma agência em conjunto, envolvendo habilidades diversas de todos. Estamos realmente caminhando para a era de colaboração. Sem ela, corre-se o risco cada vez maior de se perecer no cenário emergente”, defende Martha.


Confira algumas dicas básicas de SEO para redigir um texto:


Títulos: O ideal é que a palavra-chave escolhida, apareça no começo e que esse título não seja muito longo.
Plágio: O Google está muito evoluído quanto à questão de cópia de conteúdo, se você pegar conteúdo de outro site, o Google eventualmente vai perceber e ignorar sua página. Se alguém copia um conteúdo seu, vai acontecer o mesmo. Óbvio que nada é perfeito e as vezes o Google pode demorar um pouco a perceber, então aproveite para fazer um serviço bem feito e criar um texto único para se garantir.
Links on page: Crie pelo menos 1 link interno na primeira vez que a palavra-chave aparecer, isso é o mínimo a se fazer. A melhor “estratégia” sempre depende muito de que você está falando, tamanho do texto, quantidade de palavras que deseja otimizar, etc. Crie 1 ou 2 links nas palavras-chave para uma página interna e garanta o mínimo para seu conteúdo.
Em SEO não existe fórmula milagrosa, é trabalho constante e sempre se atualizando sobre as alterações dos critérios de relevância dos motores de busca, do comportamento dos concorrentes e vários outros fatores. Como redator, tente adaptar algumas tecnicas ao texto e como profissional de SEO, faça o possível para manter o texto com sentido para o público, pois se ninguem ler, não adianta nada sua otimização.


Fonte: HSM Online- 18/11/2010 

By JORNALISMO ANTENADO with 3 comments

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Inclusão e Exclusão Digital - Problemas da sociedade pós-moderna


Desde o início do século a exclusão digital é algo que traz implicações na sociedade moderna... também chamada de sociedade do conhecimento e das novas descobertas. Essa sociedade foi responsável pela descoberta de vacinas, satélites mandados a estudar outros planetas e também foi nela que as diferenças sociais mais uma vez se destacariam além dos fatores de falta de dinheiro. A desigualdade social entra na Era Digital, num momento onde a aquisição de conhecimento é fundamental para o aumento da produtividade e que se reverte no final em poder.



Sejam por motivos sociais, econômicos, políticos e/ou culturais, o acesso às vantagens e benefícios trazidos por essas novas tecnologias de informação e comunicação não atinge a sociedade como um todo.  A grande massa fica restrita a buscar meios de não ficar pra trás nessa busca pelo “poder que o mundo digital proporciona”. A falta de uma infra-estrutura de telecomunicação é um fator critico de fracasso no processo para minimizar a exclusão digital. O crescimento do número de usuários de internet no Brasil deve-se à maior oferta do número de linhas telefônicas e ao tempo em que contribui para que o número de linhas em serviço se ampliasse. Agregado a esse fato não podemos nos esquecer que nos dias de hoje acessamos a rede de qualquer lugar, já que aos modelos de celulares a cada dia são agregados artefatos que facilitam mais essa facilidade. Tornamos nesse caso a cair no fator dinheiro, já que apenas modelos mais atuais possuem esse tipo de funcionalidade e vale lembrar que o serviço é pago. 

A Folha Online publicou em dezembro de 2009 uma reportagem que reforça a ideia de que inclusão digital não está relacionada somente com o provimento de infraestrutura, mas vai, além disso. A reportagem com o título “Despreparo faz computador e internet serem subutilizados nas escolas” faz referência a uma pesquisa realizada em 400 escolas públicas de 13 capitais brasileiras. A pesquisa aponta que cerca de 98% das escolas possuem computador e 83% possuem Internet banda larga, no entanto, toda essa infraestrutura não é aproveitada para a potencialização do processo educacional sobretudo por falta de instrução dos professores:“A formação inicial não prepara os professores para isso. Você precisaria combinar a disponibilidade dos recursos com a melhor formação para que a tecnologia fique a serviço da aprendizagem dos conteúdos escolares”, explica Ângela Danneman, diretora executiva da Fundação Victor Civita, responsável pela pesquisa. A pesquisa ainda aponta que 74% dos professores entrevistados afirmaram que não possuem preparação adequada para utilizar o computador como ferramenta pedagógica.


As telecomunicações estão numa disputa tão acirrada por manter seus usuários depois do direito de “portabilidade”, onde as empresas foram obrigadas a deixar as pessoas escolherem se querem ou não manter-se usando aquela operadora, que criam promoções malucas em campanhas publicitárias cada vez mais voltadas à comédia num clara demonstração de desespero   . O problema da exclusão digital, portanto não está no computador, nem na internet, não está no programador, e muito menos no Bill Gates um dos grandes responsáveis pelos avanços no setor da informática. O problema está no ser humano, e isso se deve por gostarmos de tudo que é mais fácil, mais prático, mais rápido, nos deixamos levar pela máquina, sejam pelos prazeres que nos são oferecidos ou pelas facilidades de pular etapas. Não podemos deixar de ter em mente que a informática é um instrumento para se chegar a um fim, e não o próprio fim a ser alcançado. 

A capacidade que desenvolvemos em milhões de anos de viver em sociedade e nos relacionarmos uns com os outros é algo que deve ser preservado acima de qualquer coisa. Independente, portanto de ser parte da parcela da população ainda excluída desse mundo digital ou não, devemos sempre nos lembrar que todo meio novo terá benefícios e malefícios a nossa vida, nunca um irá acabar com o anterior, mas sim deverá ser por nós usados pra melhorar nossa vida em sociedade e não nos isolar da mesma.
Márcia Canêdo


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quinta-feira, 8 de abril de 2010

Blogger: Rede de relacionamento X Ferramenta de trabalho

Blogger: Rede de relacionamento X Ferramenta de trabalho


O QUE É UM BLOG? É uma contração das palavras inglesas web (rede) e log (diário de bordo). Página web de atualização rápida, organizada de forma cronológica, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escrito por um número variável de pessoas, de acordo com a sua própria política. Seu conteúdo pode abranger uma infinidade de assuntos: diários, links, notícias, poesia, idéias, fotografias, informações gerais.
São publicações coletivas ou não, com comentários abertos para qualquer participante que deseja se integrar nesta rede. Tanto as publicações (posts) como os comentários podem ser habilitados e desabilitados no Blog para outras pessoas interagirem ou não, depende da metodologia de utilização que cada grupo definir.

O que uma Rede de Relacionamento? Rede Social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos. A rede é responsável pelo compartilhamento de idéias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados. Assim, um grupo de discussão é composto por indivíduos que possuem identidades semelhantes. Essas redes sociais estão hoje instaladas principalmente na Internet devido ao fato desta possibilitar uma aceleração e ampla maneira das idéias serem divulgadas e da absorção de novos elementos em busca de algo em comum.
 
Fonte: www.slideshare.net/.../uso-do-blog-na-educao
          http://pt.wikipedia.org
 
Na web existem atualmente milhares de blogs dos mais diversos assuntos e gêneros.Mas o que leva a uma pessoa ou empresa a criar um blogger? Hoje como é encarado esta ferramenta na web:como uma rede de relacionamento onde a finalidade é fazer amigos (tal qual o MSN,Orkut e Twitter)ou seria uma ferramenta onde o autor ou empresa publicariam seus trabalhos e ofereceriam seus serviços, além claro de suas ideias?

O uso do blogger inicialmente veio para substituir os antigos diários, local onde o autor(a)utilizava para difundir suas ideias e desabafar sentimentos. Com o tempo porém isto mudou e diversos segmentos começaram a utilizar esta ferramenta para mostrar seus trabalhos e oferecer serviços, numa espécie de vitrine virtual. Posteriormente empresas conluíram que este seria um novo campo a ser explorado para contato com o cliente e leitor. A difusão do Twitter (uma espécie de micro-bloger de mensagens curtas) veio de encontro a este anseio.Atualmente também existem sites, como o Dihitt, onde milhares de pessoas e empresas divulgam seus blogs e interagem entre sí. Também dentro dos sites já se tornou comum a adoção de bloggers dos articulistas, que se torna mais um canal com o leitor.

Mas qual seria a verdadeira função dos Bloggers? Porque é claro que cría-se um vínculo afetivo com os leitores que sempre comentam as postagens ajudando nas reflexões dos temas. Só que a finalidade real desta ferramenta, que agrega a facilidade ao acesso a internet, até mesmo pelos celulares, não seria a de difundir a cultura e a informação, antes de se tornar uma rede de relacionamentos? 

A algum tempo, publiquei um post que tratava do conflito entre blogueiros e jornalistas e que se agravou em ocasião da discussão sobre a obrigatoriedade do diploma para os profissionais da comunicação. Particularmente, sendo tando jornlaista como blogueira, sou a primeira a reconhecer que existem muitos autores que escrevem muito bem, com total domínio sobre os temas que propõe. Porém também existe quem inista em divulgar e comentar uma notícia factual e que ao dissertar sobre ela acaba soando aarmista ou sensacionalista. O que em minha opinião é de certa forma nocivo à proposta de divulgar a informação através da rede. Portanto não haveria de se ter um maior cuidado ao se escolher o estilo de blogger antes de colocá-lo no ciber-espaço?

Creio que muitos devam estar indagando sobre o número de dúvidas que lancei neste post, mas antes de esperar que algo mude a partir destas reflexões, só proponho aos "amantes" da escrita e leitura que parem alguns minutinhos para analisar se estão alcançando o objetivo proposto com suas páginas na internet. Agradar a todos não tem como, afinal nem Jesus conseguiu este intento. Mas que possamos ao menos tornar prazeirosos os minutos gastos pelos leitores que visitam nossos bloggers, deixando sempre aquele gostinho de "quero mais" que o fará voltar sempre para prestigiar nossos artigos e publicações.

Márcia Canêdo

By JORNALISMO ANTENADO with 17 comments

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

A Evangelização através dos meios de comunicação

A EVANGELIZAÇÃO ATRAVÉS DAS ARTES E DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO
Show “Piano e Voz” de Pe. Fábio de Melo leva mais de 1850 ao Cine Teatro Central

Carisma. Esta palavra pode ser usada para descrever o padre Fábio de Melo. Cidadão, cantor, compositor, escritor, apresentador de programa semanal, educador e padre, essas são as funções em que Pe.Fábio se divide para exercer.Ele,consegue se adaptar para que tudo saia dentro do prazo pré-determinado,porém, se tivesse que largar tudo,optaria sem sombras de dúvidas em continuar no sacerdócio,explica.
A evangelização através das artes e também dos meios de comunicação é algo que vêm sendo utilizada já há algum tempo. O Sistema Canção Nova desde 1980 atua nesse sentido, possuindo rádios AM e FM, a TV Canção Nova que atinge todo o território nacional, além do portal onde são realizados mais de 3 milhões de acessos mensais.Sua programação é bem diversificada ,porém, sem perder seu propósito de evangelizar.
O Pe. Fábio possui um programa semanal que vai ao ar todas as quintas - feiras, às 22h30, na TV Canção Nova. Com a duração de 1 hora ,o programa“Direção Espiritual” é dirigido a telespectadores que escrevem cartas, e-mails e telefonam pedindo aconselhamento e buscando a palavra de Deus. Os padres Zezinho, Marcelo Rossi e Antonio Maria são os precursores dessa nova forma de evangelizar. Para Fábio de Melo, sempre haverá criticas, mas estas são normais e bem vindas a qualquer um que se predispor a fazer algo diferente e inovador. Para ele, o uso das mídias e das artes na evangelização é importante para que mais pessoas sejam levadas até a palavra de Deus.
A advogada Lúcia Cascado que é fã dos shows e do “Direção Espiritual”, diz que sempre foi católica e já participava da Canção Nova e um dia chegou onde são ministradas as palestras e o Pe.Fábio estava gravando o programa.O que chamou sua atenção foi a maneira como ele encara a religião ,não exigindo que a pessoa seja católica .Para ela,ele leva a não se ter medo dos questionamentos,mostrando que todos têm salvação independente da religião.Ensina a aprender a tirar alegria da tristeza. Para Lúcia, a maioria das pessoas que procuram a Canção Nova estão sedentas de Deus e que em sua simplicidade o Pe.Fábio transmite às pessoas uma palavra de incentivo e aconselhamento.
Em menos de 2 anos Juiz de Fora já foi palco dos shows de padre Fábio de Melo por 4 vezes ,sendo que a próxima apresentação já tem data marcada no mês de setembro.Todas as apresentações com “casa “ cheia e horas de autógrafos ao final.Um fenômeno midiático ,um padre , cantor ,compositor..tudo numa mesma figura que se depender de seus fiéis e fãs tende a estender a evangelização através dos meios de comunicação por todo o Brasil.



ENTREVISTA:

Woman: Como é se dividir entre :escrever,compor,lecionar, apresentar um programa e ser padre?

Pe.Fábio: Ser padre é um jeito de ser, então tudo que realizo na vida, leva um pouco da maneira como encaro o sacerdócio.

Woman: No site da Canção Nova diz que eles têm o objetivo principal “a evangelização através dos meios de comunicação”

Pe.Fábio: Hoje você tem uma repercussão muito grande no mundo inteiro. Um acontecimento, por exemplo, na Bósnia, repercute pela força da comunicação. Esse então é o desejo de fazer “a boa notícia chegar”, que todos os meios de comunicação estejam a serviço de uma palavra que possa fazer bem às pessoas.

Woman: A que pode ser atribuída essa necessidade dessa mudança de postura da Igreja Católica?

Pe.Fábio: Houve necessidade de se descobrir um jeito de continuar falando. Não basta falar, é preciso que alguém escute. Buscar os novos métodos é uma proposta saudável da igreja de trazer a palavra de Jesus, que é sempre bem aceita. Ninguém fala mal da palavra de Deus, mas podemos até criticar a igreja, o pastor, o padre. Foi preciso buscar um jeito mais simpático de anunciar a palavra que é naturalmente boa.

Woman: No programa “Direção Espiritual” é dada orientação aos telespectadores que expõem seus problemas e dúvidas através de cartas,e-mails e telefonemas.A que público é dirigido o programa e há quanto tempo já está no ar?

Pe.Fábio: O programa atinge um público bem diversificado, de crianças a idosos. Vemos esse resultado nos shows, onde encontramos pessoas de todas as idades. São recebidas semanalmente cerca de 2.000 cartas que são lidas e respondidas por uma assessoria. Alguns casos são respondidos no ar. As que são pessoais são por mim lidas e respondidas fora da programação.

Woman: Fale algo sobre a expressão:”CANTAR É REZAR DUAS VEZES”.

Pe.Fábio: Acredito nessa expressão, a música têm o poder de fazer aprender duas vezes. Tem coisas que são tão difíceis de serem compreendidas num discurso e de repente na música, numa fração de segundos, consegue ensinar tudo. Isso é interessante, saber que nós podemos rezar melhor na medida em que cantamos.

Woman:Se fosse necessário abdicar de todas as suas funções ,e escolher apenas uma,com qual profissão ficaria?

Pe.Fábio:Se tivesse que parar tudo hoje, ficaria com a única profissão em que me sinto realmente necessário: Padre.

Woman: Do trata seu novo livro “Quem me roubou de mim”?

Pe.Fábio: O livro fala sobre a dificuldade de relacionar-se; sobre pessoas interesseiras. Tenta também explicar "como é possível que alguém nos roube de nós mesmos, além de varias outras abordagens.

By JORNALISMO ANTENADO with No comments

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