Slideshow

História, Mulher so séc. XXI e o Poder

A nova mulher pós-moderna é mãe, esposa, dona de casa, empresária, empreendedora, arrimo de familia, e por que não Presidente da República?[...]

Leia mais!

Crônicas de uma Julieta do séc. XXI

Julieta Augusta era como toda jovem do séc XXI, principalmente no quesito resvoltada sem causa. Aliás não diria que faltasse motivos para revolta já que sua mãe teve a infeliz ideia de lhe presentear com um nome duplo.[...]

Leia mais!

Crônicas de uma Julieta do séc. XXI - 2ª parte

Na teoria as coisas sempre funcionam melhor que na prática e não seria diferente no caso de Julieta e Carlos. Neste ponto é preciso abrir um[...]

Se você gostou,

Leia mais!

Curiosidades da História da Publicidade no Brasil

A década de 80 seria a década da mais rápida e de definitiva transformação econômico-política internacional de que se teve notícia no século. O começo dos anos 80 seria o início do amadurecimento do mercado editorial brasileiro, em termos mercadológicos.[...]

Leia mais!

Rock In Rio 2011: Novidades do Fsetival

O Rock in Rio completou no início deste mês 26 anos desde sua estreia , em 1985. Neste meio tempo, foram muitas histórias e momentos inesquecíveis que transformaram toda uma geração[...]

Leia mais!
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 18 de março de 2013

Pesquisador aponta aumento de depressão, assédio e cocaína entre jornalistas


Crédito:Divulgação/FGV
José Roberto Heloani

Desde 2003, José Roberto Heloani investiga a interface entre saúde e a profissão jornalística. Naquele ano, o doutor em psicologia e professor titular da Universidade de Campinas (Unicamp) entrevistou cerca de 20 jornalistas do eixo Rio-São Paulo, com foco em qualidade de vida.
Após estudo intermediário de 2005 - com espaço amostral ampliado para mais de 70 profissionais - concluiu em 2012 o mais recente deles, com mais de 250 jornalistas, aprofundando temas como saúde mental, identidade e subjetividade, e incidência de assédio moral e sexual.

Suas conclusões são duras. De dez anos para cá, aumentam entre os profissionais da área as incidências de depressão, infidelidade conjugal e uso de drogas, principalmente, cocaína e anfetamina, além do fenômeno que ele chama de "naturalização do assédio". 

"Hoje, no país, há cerca de seis grandes grupos de comunicação. Ou seja, o jornalista precisa ter muita coragem para fazer uma denúncia formal de assédio se quiser permanecer no mercado. Além disso, trocar de profissão, quando desejado, não é fácil.” 

Outro problema apontado por Heloani é a distância entre a experiência real e a representatividade social da profissão. "Enquanto a imagem do jornalista é idealizada e positiva na sociedade, sua vivência diária é precarizada. Isso os torna mais inseguros e frustrados". 

Confira a íntegra da entrevista à IMPRENSA:

IMPRENSA – Quais foram as novidades da última pesquisa?
ROBERTO HELOANI – Os casos de assédio moral e sexual tornaram-se mais rotineiros, embora já existissem. Mas, o problema vai além. Se, em outras categorias profissionais, o grau de denúncias de assédio tem aumentado – como a dos bancários, por exemplo, que acompanho há muitos anos –, no jornalismo, o assédio aumentou, mas o número de pessoas que recorrem à Justiça diminuiu.

Isso pode ter a ver a competição acirrada do mercado jornalístico?
Não tenho nenhuma dúvida disso. No Brasil, há seis grandes grupos de comunicação. Você precisa ter muito coragem para fazer uma denúncia formal de assédio se quiser permanecer no mercado. A pessoa pode até pensar em mudar de área, ir para assessoria ou área acadêmica, mas nenhuma alternativa é fácil. 

O que suas pesquisas revelaram sobre o estresse? 
Hoje, o jornalista é um profissional multifocal. O que pode parecer muito interessante, mas, na prática, as coisas não são bem assim. É um profissional que se tornou muito mais estressado do que era. Primeiro, ele não pode dominar só uma mídia. Ele é um profissional que precisa ser repórter, fotógrafo, motorista, às vezes, cuidar da própria segurança. Então, hoje, há maior incidência de um estresse patológico. Na primeira pesquisa, não víamos muita gente em estado de pré-exaustão ou exaustão, que é o caso mais grave. Na mais recente, começamos a ver pessoas debilitadas, em pré-exaustão, inclusive recorrendo mais a drogas lícitas e ilícitas.

Aumento de que ordem? Quais drogas, especificamente?
Apesar de ser difícil estabalecer um percentual, diria que aumentou cerca de 25%. O álcool é a droga mais recorrente, além de café e energético em alta medida. O problema é que aumentou o uso de drogas estimulantes, como cocaína e anfetamina. É uma forma de o cara conseguir escrever quatro ou cinco matérias em veículos diferentes, dormir três ou quatro horas, e dar conta do recado. Muitas vezes, sem tempo de ir ao psicólogo ou ao médico, o cara ouve falar de alguém que conseguiu ter um pique legal com “uma cheirada numa carreira” e aí ele perde o pé. É cada vez maior o número de pessoas que trabalham intoxicadas.

Como as dificuldades da profissão têm impactado a esfera pessoal e familiar dos profissionais?
Se há uma coisa que não se altera nas três pesquisas que realizei é que as mulheres, principalmente, queixam-se muito de como a profissão reflete na relação familiar e na relação com o companheiro. Primeiro, elas se queixam que não é fácil namorar com alguém que não seja da área. Começa a pintar ciúmes ou a convivência se torna muito esporádica. Já vi muitos jornalistas que só se encontram no aeroporto. 

Então, pode-se dizer que a profissão jornalística dificulta uma relação estável e fiel?
Muito. Mas, a queixa dessas pessoas é que elas, justamente, não querem isso. Elas querem um relacionamento, um companheiro. Não é questão de moralismo, mas o patológico está no fato de que a pessoa não quer trair. Se a pessoa está satisfeita com isso, pode até ser saudável. Mas, quando você se queixa disso – porque não é o que você quer, mas o que você pode fazer –, aí você começa a afetar a esfera subjetiva e, a longo prazo, até a saúde mental.

Investigou também a identidade e subjetividade do jornalista. O que concluiu?
O jornalista continua tendo uma identidade idealizada. Se você perguntar à população o que ela pensa sobre o jornalista, vai se falar que é um sujeito que denuncia, que sabe das coisas, enfim, a representação social é positiva. Por outro lado, a identidade real deste jornalista, sua vida concreta, é precarizada. Então há um gap, uma distância muito grande entre a identidade pessoal a representatividade social. Isso torna o jornalista muito inseguro e frustrado. 

Quais as consequências disso?
Ele se sente decepcionando com toda a população que o idealiza. Na última pesquisa, ficou muito clara a questão da culpa. Com a dificuldade na carreira, a pessoa começa, em sua narrativa pessoal, a puxar fatos do passado que são pueris. "Ah, eu me lembro que um redator me chamou para trabalhar e eu não fui." E isso dura anos. Ou seja, é infantil. Aí ele pode cair numa armadilha de achar que cometeu um erro estratégico no passado. E, agora, com maiores sacrifícios, ele decola. É uma maneira de ele pagar uma conta que ele tem com ele mesmo. A gente chama isso de dívida psíquica. É aí que ele se arrebenta para valer. 

Há saída para atenuar todos esses aspectos de tensão?
Deixar a profissão não é tão simples, demanda um planejamento a longo prazo. A única maneira de diminuir isso é começar a dialogar mais sobre isso, e nisso os sindicatos da categoria têm um papel importante. É uma categoria que continua sendo muito desunida.

A fraqueza política dos sindicatos tem a ver com isso?
Acho que contribui. É uma situação complexa porque, na medida em que as pessoas acabam não acreditando no poder das associações, estas associações acabam se tornando fracas. Uma associação não é uma abstração. Como eu não colaboro, a associação continua sendo fraca e ineficaz. Como não há uma correlação positiva de forças com essas grandes corporações que estabelecem o modo de vida do jornalista, elas trabalham totalmente independente da legislação. A legislação é clara: são cinco horas, mais duas. Mas eu nunca vi um caso de um jeito trabalhando sete horas. Eu vi 10, 12, 14 horas. Essas organizações acabam atuando à revelia da legislação. Ou você começa discutir isso para valer, ou não muda nada. Até porque a nova geração de jornalistas têm, realmente, aceitado qualquer jogo.

Fonte: http://portalimprensa.uol.com.br -Guilherme Sardas

Márcia Canêdo

By JORNALISMO ANTENADO with No comments

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Lúpus - o que você sabe sobre esta doença?

Semana passada minha mãe ao chegar do trabalho me perguntou a quanto tempo eu não doava sangue, pois sabe que sou doadora no hemocentro de minha cidade. A curiosidade dela era porque a filha de uma conhecida está internada e muito mal no hospital por causa de uma doença chamada Lúpus. Eu particularmente já havia ouvido falar da doença mas nunca havia lido nada a respeito, tais como sintomas, causas, etc. Hoje mais cedo fiz o que considero ser o dever de qualquer pessoa saudável e fui no Hemocentro. Considero que "doar sangue é doar vida", com meus 400 mls eu posso ajudar a pelo menos 4 pessoas, segundo um médico me explicou certa vez. Pois bem toda essa história me despertou interesse em conhecer mais sobre o Lúpus e acredito que muitos, tal como eu, pouco sabe sobre esta doença. Abaixo segue um arquivo retirado do site Clínica de Reumatologia

Lúpus:  Sintomas, Causas, Tratamento, Diagnóstico e Cura


O Lúpus Eritematoso é uma doença crônica, inflamatória auto-imune que pode se limitar a doença cutânea (Lúpus cutâneo) ou se disseminar para órgãos internos, denominando-se Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES).

O Lúpus cutâneo pode se manifestar de diversas formas em pele e subcutâneo (gordura abaixo da pele), podendo ocorrer desde forma leve como fotossenssibilidade (vermelhidão mais intensa em áreas que ficam expostas aos raios solares) até feridas que aparecem espontaneamente e dolorosas (vasculite).

Lúpus Eritematoso Sistêmico é caracterizado pela produção de anticorpos contra componentes do núcleo celular. Atinge preferencialmente as mulheres jovens (início em torno 15-40 anos), tendo uma predisposição genética envolvida.

Sintomas


Os sintomas podem ser diversos dependendo do órgão envolvido. 

Pode ocorrer:
  • Febre, fadiga, perda de peso
  • Artrite
  • Lesões de pele, geralmente em áreas expostas ao sol, couro cabeludo, orelhas, face. Pode ser manchas, bolhas, feridas ou descamações
  • Lesões em mucosas, principalmente oral, como feridas semelhantes a aftas
  • Urina com muita espuma ou sangue
  • Sangramentos (gengiva, hematomas espontâneos)

Outras situações diferentes podem ocorrer, porém somente com exames específicos, consegue-se identificar se a causa é pelo Lúpus:
  • falta de ar
  • dor pra respirar
  • diminuição urinária
  • aumento da pressão arterial
  • inchaço do corpo
  • convulsão e/ou psicose

Diagnóstico


Lúpus eritematoso sistêmico



O diagnóstico de Lúpus Eritematoso Sistêmico baseia-se em alguns critérios estabelecidos e avaliados por um reumatologista.
  • Rash malar - lesão avermelhada e inchada na face na região de nariz e maçãs do rosto, conhecida como "asa de borboleta"
  • Lesões em cavidade oral e/ou nasal vista pelo médico
  • Lesão de fotossenssibilidade
  • Lesão discóide - lesão geralmente ulcerada com atrofia da pele
  • Inflamação de articulações - artrite
  • Inflamação de camadas serosa do corpo como derrame pleural ou pericárdico
  • Alteração hematológica (hemograma) - diminuição de seus componentes
  • Alteração neurológica - convulsão ou psicose sem outra causa
  • Alteração renal - nefrite
  • FAN - fator antinucleo positivo
  • Alteração de imunidade com outro outro anticorpo positivo como anti DNA, VDRL.

De acordo com os onze critérios listados, são necessários pelo menos quatro deles para se fazer o diagnóstico. Lembrando que não são todos os pacientes que apresentarão os critérios listados. Uma minoria de pacientes podem apresentar um quadro atípico e mesmo assim ter a doença. Por isso, sempre é necessário que procure um médico, de preferência um reumatologista.

Tratamento


O tratamento visa o controle (remissão) da doença e depende muito dos órgãos e estruturas acometidos. Também deve se fazer corretamente o tratamento de doenças associadas, como hipertensão arterial, dislipidemia...

No geral, são usados os medicamentos sintomáticos (antiinflamatórios, corticosteróides) e imunossupressores que visam diminuir a a ação do sistema imune, dependendo da área afetada.

O tratamento preventivo é importante para que se previna crises agudas da doença que podem por em risco a vida do paciente. Deve-se evitar a exposição solar e o uso de bloqueador solar (fator acima de 30) é obrigatório. Evitar aglomerações e locais susceptíveis a infecções.

Cura?


Não existe cura completa para o Lupus Eritematoso Sistêmico e outras doenças auto-imune. O tratamento visa o controle e remissão da doença e melhora da qualidade de vida.
       

Bom gente como fiquei triste em saber da moça , tão nova e internada por conta dessa doença, quis me informar melhor e compartilhar como vocês essas informações, além de fazer minha parte indo doar o sangue no Hemominas. Algo que chamou muito minha atenção e preocupou foi saber que para cada homem afetado, nove mulheres são portadoras dessa doença autoimune, que pode comprometer qualquer parte do seu organismo. Espero que tenha sido de ajuda o texto e fica o apelo a todos que sempre que puderem dêem sua contribuição ajudando a salvar uma ou mais vidas. 

Márcia Canêdo

Fonte: 

    

By JORNALISMO ANTENADO with 7 comments

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Cresce apreensão de cocaína no Brasil segundo ONU

As apreensões de cocaína no Brasil vêm aumentando consideravelmente nos últimos anos e mais do que dobraram desde o início da década, segundo informa um relatório divulgado nesta quarta-feira pela Organização das Nações Unidas (ONU). O documento da Junta Internacional Fiscalizadora de Entorpecentes (Jife) indica que as apreensões de cocaína no Brasil totalizaram 19,7 toneladas em 2008, um aumento de cerca de 15% em relação ao ano anterior.As apreensões de maconha no Brasil, por outro lado, tiveram uma pequena queda em 2008, segundo o relatório da Jife. Naquele ano, o Brasil apreendeu 187,1 toneladas da droga, contra 199 toneladas no ano anterior.

 
A quantidade de cocaína apreendida pelo Brasil mais do que dobrou em relação a 2001, o primeiro ano com estatísticas disponíveis. Naquele ano, foram apreendidos pelo país 8,3 toneladas da droga.No mesmo período, as apreensões de cocaína no México, país com perfil semelhante ao do Brasil (ambos são países utilizados para o trânsito da droga entre os países produtores e consumidores, mas também têm um mercado consumidor interno), teve uma queda de 30 toneladas apreendidas em 2001 para 19,3 toneladas em 2008.O relatório da Jife afirma que "as fronteiras permeáveis e longas áreas costeiras na América do Sul são um desafio para as autoridades de controle do tráfico de drogas na região".

 
Segundo o documento, em toda a região houve "um aumento no uso de aeronaves leves com números de registro falsos ou roubados, operando em pistas de pouso pequenas e privadas, em áreas remotas, para transportar cocaína". Cerca de metade da cocaína apreendida pelo Brasil em 2008 havia sido traficada por rotas aéreas. A Jife também relata um aumento no uso das chamadas "mulas" (pessoas que transportam a droga no próprio corpo) e do transporte da cocaína dissolvida em líquidos.

 
O relatório da ONU adverte ainda para a "diversificação" verificada nos negócios das organizações criminosas dedicadas ao tráfico de drogas na América do Sul.Segundo a Jife, essas organizações "parecem estar se expandindo para áreas de atividade ilícita não previamente associadas aos problemas com drogas na região".A organização afirma ter verificado em vários países da região tentativas de desviar substâncias utilizadas para a fabricação de estimulantes do tipo anfetamina, como o ecstasy.

Em 2008, foram registrados os primeiros desmantelamentos de laboratórios ilegais para a fabricação de ecstasy na região, na Argentina e no Brasil.Após o fechamento de um laboratório e a apreensão recorde de 132 mil unidades de ecstasy no Brasil em 2008, um novo laboratório foi localizado e fechado no país no ano passado.Para a Jife, a América do Sul, que já era considerada uma das grandes áreas de destino do ecstasy produzido principalmente na Europa e na América do Norte, está se tornando também uma grande produtora da droga."Segundo o último relatório da Organização Mundial Alfandegária, em 2008 foram registradas apreensões de ecstasy originário do Brasil, do Chile e do Suriname na Holanda e na Suécia", afirma o relatório.

Fonte de pesquisa: www.globo.com
 
Pelo que podemos observar pela pesquisa da ONU o problema do Brasil com as drogas está longe de diminuir. Se antes os pais se preocupavam se os filhos estavam experimentando a maconha, a um bom tempo já perceberam que a as drogas mais consumidas veem sendo a cocaína e o ecstasy. Nas baladas, portas de escolas e cantinas de faculdades, a facilidade em encontrar quem revenda o produto esta a cada dia maior.
 
Um dos grandes problemas no combate ao narcotráfico do Brasil , que enfrentamos é a dificuldade com nossas enormes fronteiras, falência de policiais federais para fiscalizar, poder financeiro dos traficantes, que em muitos casos corrompem a polícia, e o crescimento das facções criminosas, que se aliaram e dominam o tráfico .


Na ajuda ao combate às drogas não apenas a familia deve estar atenta, mas também a escola precisa atuar neste sentido. Segundo o Canal do Eucador, "o educador pode implantar atividades vinculadas ao tema, muitos professores e também grande parte das direções pensam ou indagam sobre o conteúdo programático e o tempo gasto para concluí-los e que as pausas para as discussões sobre o tema podem prejudicar, esquecem que a palavra “educação” é bem mais abrangente, trata-se da formação do indivíduo como um todo de maneira que possa integrar a sociedade pronto para a vida. Se a função da escola é educar, por que não ensinar as nossas crianças, adolescentes e jovens sobre o risco que correm no uso de drogas? "

Enfim se é cada vez mais crescente a entrada e consumo de drogas no país, mobilização contra deve ser preservada e divulgada sempre que possível.

Márcia Canêdo

By JORNALISMO ANTENADO with 20 comments

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Hipertensão: no Brasil, já passam dos 17 milhões o número de adultos com a doença

Os dados mais recentes do Ministério da Saúde de prevalência de pressão alta, ou hipertensão arterial, são de que 35% da população brasileira com mais de 40 anos é portadora da doença correspondendo a cerca de 17 milhões de pessoas.Segundo estudo da Universidade Federal de Minas Gerais, 33% dos óbitos com causas identificadas no Brasil são relacionados a problemas cardiovasculares como a hipertensão.


O Ministério da Saúde explica que a hipertensão ocorre "quando a pressão que o sangue faz na parede das artérias para se movimentar é muito forte, ficando o valor igual ou maior que 140/90 mmHg ou 14 por 9".
Quando não controlada, pode acarretar em derrames, doenças do coração - como infarto, insuficiência cardíaca e angina (dor no peito) -, insuficiência renal ou até falência dos rins, e alterações na visão que podem causar cegueira. Por isso é fundamental prevenir e controlar a doença.


Existem alguns fatores que aumentam as chances de um indivíduo desenvolver hipertensão e grande parte deles pode ser evitada:

HISTÓRICO FAMILIAR



A presença de casos de hipertensão arterial na família devem ser comunicados ao seu médico, pois você pode apresentar uma predisposição a ter hipertensão. O fato de haver uma pessoa hipertensa na família não quer dizer que outra pessoa terá a doença, mas apenas aumentam as chances disto ocorrer.

RAÇA


Verificou-se que a hipertensão arterial é mais comum em pessoas da raça negra. No entanto, isto não quer dizer que outras pessoas de outras raças (brancos e orientais) não tenham "pressão alta".

IDADE


A hipertensão arterial é mais comum em pessoas acima dos 35 anos. O risco de desenvolver a doença aumenta com o avançar da idade. Este é um processo relativamente natural pelas transformações sofridas pelas artérias ao longo da vida, propiciando a hipertensão.


DIETA ALIMENTAR


Ingestão excessiva de sal aumenta as chances de se desenvolver a hipertensão arterial. Dietas pobres em sal fazem parte das maneiras de se evitar a hipertensão. Também dietas ricas em alimentos gordurosos, que contenham muito colesterol, predispõe a pessoa a desenvolver hipertensão.


DIABETES


É comum que pessoas diabéticas também sejam hipertensas. Assim, estas duas doenças combinadas podem trazer complicações cardíacas e renais.

PESO CORPÓREO


Sabe-se que pessoas acima do seu peso normal têm maior chance de desenvolver hipertensão arterial. Isto não quer dizer que pessoas magras não possam ser hipertensas. Procure saber com o seu médico se você está acima do peso normal para a sua altura. Consulte-o também sobre como realizar uma dieta e atividade física adequada para se perder o excesso de peso.

CONSUMO DE BEBIDAS ALCÓOLICAS


Um abuso no consumo de alcóol aumenta o risco da pessoa vir a ter hipertensão arterial. Dessa forma o consumo moderado é o mais aconselhável.

ATIVIDADE FÍSICA


É muito bom se ter uma rotina de atividade física para evitar a hipertensão. A vida de hábito sedentário é um dos fortes fatores que levam à hipertensão em uma idade mais avançada.

FUMO


O hábito de fumar está associado com o aumento do risco de se ter hipertensão e também cardíaco.
STRESS


O stress da vida cotidiana de pessoas que vivem em grandes cidades é um fator que aumenta a probabilidade desta pessoa vir a ter hipertensão. O stress também é um dos vilões dos problemas cardíacos.



Pelo dados da Organização Mundial da Saúde estima-se de que 13% das mulheres e 9% dos homens brasileiros são obesos. O órgão avisa que, depois dos 55 anos, 90% dos indivíduos correm o risco de desenvolver hipertensão, mesmo que tenham tido pressão normal até então. Alguns sintomas que podem ajudar no diagnóstico da doença são dores de cabeça, cansaço, tonturas e sangramentos do nariz. Porém, a única forma segura de identificar a hipertensão é checar regularmente a pressão arterial, pois o mal não apresenta sintomas claros no início. Por isso, muitos portadores de hipertensão nem sabem do risco que correm.

Uma curiosidade sobre a doença segundo o cardiologista Abrão José Cury Jr., do Hospital do Coração, de São Paulo, para aqueles que sofrem com a doença é ficar atento no inverno. Devido ao aumento da poluição do ar nesta época do ano os sintomas da doença se agravam ,  o que ocorre pela ação de gases tóxicos e material particulado emitidos pelos veículos movidos a combustíveis como gasolina e diesel.  Segundo ele, no inverno, o número de hipertensos que procuram hospitais aumenta em até quatro vezes.


Fontes: www.bol.com.br
            www..portalsaofrancisco.com.br

Através das pesquisas verifica-se, portanto que alguns dos vilões que levam a hipertensão, são fatores a que submetemos nosso corpo devido ao acelerado ritmo de vida que a atualidade nos impõe. A melhor forma de minimizar os riscos futuros é o controle da doença para aquelas pessoas que já tiveram a doença diagnosticada.

Para aqueles que possuem antecedentes familiares ou já foram diagnosticados como hipertensos,o  Ministério da Saúde recomenda um consumo diário máximo de sal de uma colher de chá e  medição regular da pressão arterial. Outra recomendação é a   redução ou total abandono do consumo de bebidas alcoólicas, além da  manutenção do peso adequado conseguida através de uma alimentação saudável aliada com a prática de atividades físicas ao menos cinco vezes por semana. No caso dos pacientes que fazem uso de medicação via oral, não é recomendado mudança de rémedio, ou aumento e dimininuição de sua administração sem consulta prévia com o médico que já acompanha o quadro clínico desde o diagnóstico.

Márcia Canêdo

By JORNALISMO ANTENADO with 14 comments

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Cinco Fatos que marcaram 2009

Como não poderia deixar de ocorrer num blog de informações, analisamos aqui, à luz das repercussões no meio jornalístico, cinco fatos que consideramos estar entre os mais marcantes ao longo deste ano que em breve se concluirá. Uma Retrospectiva completa será apresentada logo antes do fim do ano. Aguardem!

  • Barack Obama, primeiro Presidente negro dos Estados Unidos da América - Nunca a eleição de um presidente norte-americano causou tanto alvoroço, rendeu tantas matérias mundo afora, nem suscitou tanta esperança do mundo quanto à sua ascensão ao posto político mais relevante do planeta, em toda a história.

Fonte da foto: http://jborgesalmeida.files.wordpress.com/2009/10/obama1.jpg


  • Eleições no Irã - Repressão brutal e sem trégua a manifestantes oposicionistas, que protestavam contra fraudes evidentes no pleito majoritário, por parte da Guarda Revolucionária iraniana, deixa a todos nós perplexos, pelas cenas de brutalidade gratuita. E o assassinato, em praça pública, da manifestante Neda Agha-Soltani se tornou emblemático naquele cenário de mortes. Ela se tornou símbolo da luta pela democracia no Irã e pelos direitos das mulheres.A seguir, um vídeo amador registra esse momento trágico. Aviso: Se você tem problemas cardíacos, é idoso ou gestante, recomendamos que não assista ao vídeo!!






  • A morte de Michael Jackson, o Rei do Pop - Causou muita comoção no meio artístico e, em especial, entre os fãs de todo o mundo desse que foi o Rei do Pop, criador de um estilo próprio e alavancou, com sua imagem, o surgimento de muitos outros bons valores na Música. Influenciou toda uma geração. Levava até centenas de milhares de pessoas aos seus shows e acumulou fortunas em direitos e publicidade. Foi uma perda que será ressentida ainda por vários anos.

Fonte da foto: http://radiocomercial.clix.pt/upload/m/michael_jackson(2).jpg


  • Agravamento e Intensificação de catástrofes climáticas - Maremotos e terremotos no Oceano Pacífico e Itália, secas na África e tornados no Brasil. Quem não se lembra das imagens impressionantes dos tornados na região Oeste de Santa Catarina?? O clima está louco ou simplesmente estamos perplexos por não termos ainda presenciado tamanhas transformações no clima?? Haverá reversão para tais padrões de clima??

Estragos causados por passagem de tornado pela região Oeste de SC, Brasil.
Foto: Ivan Asolin/SDR SMO


  • Nova Gripe assusta o Mundo e o Brasil - O novo tipo de gripe, batizado de H1N1, conhecida como Gripe Suína, ainda assusta o Mundo e o Brasil ao final do ano de sua detecção. O Brasil ainda detém 18% dos casos fatais da doença e o sentimento é de apreensão e alerta neste verão pela expectativa de um possível novo surto mundo afora.

Fonte da foto: http://universouniversal.files.wordpress.com/2009/08/gripe_suina.jpg





By Júlio [Ebrael] with 12 comments

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

DOE SANGUE,DOE VIDA! 25 de Novembro- Dia Nacional do Doador Voluntário

Doe Sangue. Compatilhe a VIDA


Para quem não sabe no dia 25 de novembro se comemora o Dia Nacional do Doador Voluntario de sangue. Os requesitos para se tornar um doador são: ter mais de 18 e menos de 60 anos; o peso deve ser superior a 50 kg; no caso dos homem, deve ter doado a última vez  há mais de 60 dias; se for mulher deve há mais de 90 dias; não estar grávida; não estar amamentando; já terem se passado pelo menos 3 meses de parto ou aborto. Além de que o candidato a doador não deve ter tido Hepatite após os 10 anos de idade; não sofrer de Epilepsia;nem ser diabético;  não ter feito tatuagens amenos de 1 ano; não ter se exposto  ao risco de contrair o vírus da AIDS, tendo comportamentos como  não usar preservativos em relações sexuais; ter tido mais de dois parceiros sexuais nos últimos 3 meses e usar drogas injetáveis .



A cada doação uma pessoa estará ajudando a salvar até  4 vidas. Toda coleta é feita por pessoal capacitado, sob supervisão de um enfermeiro ou médico, garantindo o bem estar do doador. O ambiente é limpo, confortável e todo material é descatável.É retirado aproximadamente 450 ml de sangue. Esse volume não causa prejuízo nenhum à saúde do doador, ele é reposto rapidamente com ingestão de líquidos e o ferro é reposto através da alimentação. Após a coleta, uma pequena amostra de sangue segue para exames laboratorias e somente após os resultados, o sangue será liberado para transfusão.


A doação de sangue é um gesto insubstituível que representa esperança de vida para muita gente. A Fundação Hemominas tem o dever de trabalhar para preservar a saúde dos candidatos à doação e dos pacientes que irão receber a transfusão de sangue. Nesta semana em que se comemora o dia nacional do doador a Fundação Hemominas realizou mais uma campanha onde seus bancos de sangue ,com a ajuda de voluntários da sociedade serão repostos. O Hemominas JF atende não apenas a cidade de Juiz de Fora, mais diversas cidades vizinhas.
 

Saiba mais sobre o Sangue :

O Sangue é tecido vivo e no corpo de um adulto circulam, em média 5 litros de sangue, variando de acordo com o peso. É formado por parte líquida(plasma), constituída por água, sais,vitaminas, e fatores de coagulação, na qual estão misturadas as partes sólidas: hemácias, leucócitos e plaquetas. É produzido na medula óssea dos ossos chatos, vértebras, costelas, quadril, crânio e externo. Nas crianças, também os ossos longos como o fêmur produzem sangue.


Numa doação são retiradas 4 partes distintas do sangue que serão utilizadas para a trnsfusão nos pacientes necessitados: as plaquetas, que são fragmentos de células que participam do processo de coagulação; os Leucócitos conhecidos como glóbulos brancos; as Hemácias que são os glóbulos vermelhos do sangue; e o Plasma que é um líquido amarelo claro que representa 55% do volume total de sangue.


Eu hoje a tarde fiz minha parte, fui a Fundação Hemominas de minha cidade e pela segunda vez só neste ano fiz minha doação. Este gesto já venho realizando a muitos anos e sempre que posso convido um amigo a fazer o mesmo. Além do prazer de saber que posso ajudar a 4 vidas serem salvas , ainda ganhei uma bela camisa da campanha. Esse é um gesto simples, que não causa malefício algum para nossa vida e que para milhares de pessoas por todo país representa a chance de continuar a viver. Então convido a todos, a procurarem os hemocentros de suas cidades e aderirem a essa campanha pela VIDA.


Dados específicos retirados de : http://www.hemominas.mg.gov.br/hemominas/index.html


Márcia Canêdo



By JORNALISMO ANTENADO with 7 comments

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Obesidade: o mal do Séc XXI

Salgados fritos, sanduiches diversos, pizzas, biscoitos a base de milho, batata frita... esses são apenas alguns exemplos de alimentos vilões do distúrbio alimentar que vêm aumentando a cada dia: a obesidade. Este que se tornou o maior problema de saúde da atualidade, não escolhe classe social , nem nível escolar e constitui um estado de má nutrição em decorrência do balanceamento de nutrientes ocorrentes dentre outros fatores, pelo excesso alimentar.

O excesso de peso causa além de problemas físicos graves, também frustrações, infelicidade, depressões e outras doenças oportunistas. Ai nos vêm a pergunta...mas o que está levando a cada dia mais pessoas sofrerem com a obesidade? A resposta mais frequente será o sedentarismo, além do ritmo acelerado da vida atual. Porém a obesidade está relacionada a dois fatores: a genética e a nutrição irregular. No caso da genética, existe uma tendência de 80 a 90% dos filhos de pais obesos adquirirem a doença. Já o problema com a má nutrição e ingestão de alimentos é algo que começa já em criança, principalmente pela velha máxima que "criança gorda é criança saudável", isso na maior parte das vezes representa o início de um caso de futura obesidade. O excesso de alimentação nos primeiros anos de vida, gera um aumento nas células adiposas, um processo irreversível e que é a causa principal de obesidade pra toda a vida.


A cada dia consumimos mais alimentos ricos em gordura saturada e açucares diversos, dados comprovam que no Brasil hoje cerca de 40% da população está com excesso de peso e destes 10% dos adultos são obesos. Entre as mulheres a tendência é de 12 a 13% contra 7 a 8 % de homens. Ao contrário do que haveria de se esperar o fator cresce rapidamente nas classes socias de menor poder aquisitivo. Enfim culpa da globalização que faz nosso ritmo de vida ficar a mais acelerada ou do efeito "fast-food" que diminui cada vez mais o consumo das culinárias tradicionais, o que ocorre é que os casos antes tão comuns em cidadãos norte-americanos, atinge hoje quase 65 milhões de brasileiros.

Mas e os efeitos de tudo isso?! Bom, essa alimentação desestruturada gera desde artérias entupidas que futuramente serão alvo de doenças cardíacas , até mesmo a aquisição de diabetes. O que acontece é que independente das consequências, é unanimidade entre a classe médica que a obesidade é uma doença crônica , muitas vezes incurável e deve ser evitada a todo custo. Mesmo que o indivíduo emagreça, terá que cuidar o resto da vida em manter o peso. O simples regime restritivo usado pela maioria das pessoas, nesses casos não resolvem, normalmente recorrer a cirúrgias de diminuição de estômago e plásticas acabam sendo o mais indicado .
Esta é a realidade que vivemos, cabe passarmos a analisar com mais cuidado o que levamos ao nosso prato, porque ao invés de uma simples refeição ingerimos um coquetel de gorduras saturadas e açucares industrializados que em contato com nosso organismo pode levar a um caminho sem volta rumo a obesidade.
Abaixo alguns dos problemas estéticos e psicológicos causados ao organismo de um portador de obesidade:

1) Psicológicos: -Diminuição da auto-estima.

- Depressão.

2) Sistema cardiovascular (coração, veias e artérias): - Hipertensão.

- Insuficiência coronariana.

- Derrame.

- Varízes.

- Hemorróidas.

3) Sistema Respiratório: - Cansaço.

- Apnéia do sono ( o acúmulo de gordura na faringe faz com que a pessoa ronque e tenha pausas respiratórias enquanto dorme, aumentando o risco de um derrame ).

4) Articulações: -Acúmulo de ácido úrico (artrite).

-Artrose, principalmente na coluna e joelhos.

5) Sistema Digestivo: -Pedra na vesícula.

- Refluxo esofágico.

- Tumores de intestino e de vesícula.

- Gordura no fígado pode levar à cirrose hepática.

6) Sistema Reprodutivo: - Infertilidade e distúrbios de menstruação (mulher)/ impotência (homem).

- Dificuldade durante o parto.

- Pressão alta durante a gravidez.

- Maior risco de diabetes gestacional.

- Câncer de útero (mulher).

- Câncer de prostáta (homem).

***Fonte de informações médicas : Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (ABESO)

*** Fotos Google

Márcia Canêdo

By JORNALISMO ANTENADO with 2 comments

    • Popular
    • Categorias
    • Arquivos