Slideshow

História, Mulher so séc. XXI e o Poder

A nova mulher pós-moderna é mãe, esposa, dona de casa, empresária, empreendedora, arrimo de familia, e por que não Presidente da República?[...]

Leia mais!

Crônicas de uma Julieta do séc. XXI

Julieta Augusta era como toda jovem do séc XXI, principalmente no quesito resvoltada sem causa. Aliás não diria que faltasse motivos para revolta já que sua mãe teve a infeliz ideia de lhe presentear com um nome duplo.[...]

Leia mais!

Crônicas de uma Julieta do séc. XXI - 2ª parte

Na teoria as coisas sempre funcionam melhor que na prática e não seria diferente no caso de Julieta e Carlos. Neste ponto é preciso abrir um[...]

Se você gostou,

Leia mais!

Curiosidades da História da Publicidade no Brasil

A década de 80 seria a década da mais rápida e de definitiva transformação econômico-política internacional de que se teve notícia no século. O começo dos anos 80 seria o início do amadurecimento do mercado editorial brasileiro, em termos mercadológicos.[...]

Leia mais!

Rock In Rio 2011: Novidades do Fsetival

O Rock in Rio completou no início deste mês 26 anos desde sua estreia , em 1985. Neste meio tempo, foram muitas histórias e momentos inesquecíveis que transformaram toda uma geração[...]

Leia mais!

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

A COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL COMO ESTRATÉGIA COMPETITIVA


A história da comunicação organizacional no Brasil teve seu início na década de 70, de maneira fragmentada. Existiam organizações multinacionais que publicavam jornais internos para empregados, chamados , por influência estrangeira, de house-organs. Nesta época a profissão de jornalista ainda caminhava a passos curtos já que o primeiro curso de jornalismo fora criado em 1947 pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero em São Paulo. Aos poucos, aumentava o número de empresas que faziam divulgações para públicos internos e externos – jornais e revistas – ainda muito incipientes e sem qualidade editorial. Um grupo de empresários e comunicadores avaliou a oportunidade de novo mercado e criou uma associação, com o objetivo de coordenar as publicações empresariais e de treinar editores, uma vez que os produtos não apresentavam a qualidade editorial e gráfica.
Em 1967, surgiu a Associação Brasileira dos Editores de Revistas e Jornais de Empresas, que transformou, mais tarde, em Associação Brasileira de Comunicação Empresarial. Vinte anos depois, essa entidade passou a editar uma série de livretos que tiveram por título “Panorama da Comunicação Empresarial”. Ainda não se empregava o conceito de “comunicação organizacional” e que os setores encarregados da comunicação nas empresas eram denominados de Comunicação Social.
As décadas de 80 e 90 foram marcadas pelo grande desenvolvimento da comunicação empresarial no Brasil, movimentada pela realização de cursos, seminários, congressos e publicações de revistas, teses e livros, o que torna viável a partir da reabertura política (1988).

Diante da globalização surgiu a necessidade premente de comunicação nas organizações com o mercado, tanto nacional quanto internacional. De um lado, a necessidade de informação sistematizada da transmissão de dados para possibilitar as operações empresariais e, de outro, a necessidade de entendimento cada vez maior entre as pessoas envolvidas com a empresa, incluindo nesses também seus empregados, para que seus negócios prosperem e possam continuar a competir, mantendo seus padrões de produtividade e lucratividade. A concorrência, local, regional e nacional, tornou-se internacional, podendo afetar a empresa a qualquer hora, pois o mundo dos negócios ficou sem fronteiras.
Embora muitos pareçam imaginar que o espírito de renovação e de globalização só pairou nos níveis hierárquicos superiores das organizações, o fato é que atingiu também os empregados. Isso significa que o bom processo de comunicação exigirá posicionamento que leve em consideração a nova realidade empresarial. Tornou-se mais difícil para qualquer organização conviver harmoniosamente com seus funcionários: (a) porque foram mais treinados para assumir novas responsabilidades; (b) conhecem melhor a empresa, seus produtos e negócios; (c) estão em contato maior com outros trabalhadores de outras empresas; (d) sendo mais responsáveis na execução de suas tarefas, cobram mais atenção e benefícios da empresa; (e) têm contatos frequentes com outros sistemas de produção de empresas prestadoras de serviço e com fornecedores. Tal situação é nova dentro das organizações.

 
O trabalhador, pelo treinamento recebido para a implantação dos processos de qualidade, do planejamento estratégico, das normas de certificação e de outras reformas administrativas, somando-se a isso os novos modelos a serem seguidos na execução de suas tarefas, passou a pensar de forma mais ampla, com visão de contexto, de futuro, portanto, global. Esse fator deverá ser levado em consideração pelas organizações na reformulação de seus princípios operacionais e no estabelecimento de seu novo processo de comunicação. A mudança de comportamento dos empregados com o advento da informatização, da introdução de novas tecnologias despertou-se em todos uma curiosidade aguçada. Não se limitam tão somente conhecer generalidades sobre a empresa, leem revistas, jornais, veem programas de televisão, acessam a internet, etc. Tudo isso os leva a querer que a organização para qual trabalham possua a mesma excelência que observam nas empresas concorrentes.

 
 A consciência global já faz os empregados questionarem a própria organização, sua administração, seus recursos. Essa consciência exige um processo totalmente novo de comunicação com os empregados, inteligente, ligado nas atividades da empresa e no conhecimento de sua atuação dentro e fora do país. O desenvolvimento das organizações e as reestruturações que foram obrigadas a fazer para atualizar suas estruturas obrigaram-nas a criar um processo estratégico de comunicação para melhorar os relacionamentos com seus colaboradores. A comunicação, até então relegada a segundo plano, assumiu posição significativa nas relações da organização com todos os seus públicos. Passou a ser considerada instrumento importante de informação e de motivação dos empregados na execução de seus trabalhos. Wilson Bueno  descreve essa situação nos seguintes termos: “A comunicação empresarial evoluiu se seu estágio embrionário, em que se definia como mero acessório, para assumir, agora, uma função relevante na política negocial das empresas. Deixa, portanto, de ser atividade que se descarta ou se relega a segundo plano, em momentos de crise e de carência de recursos, para se firmar como insumo estratégico, de uma empresa ou uma entidade lança mão para “fidelizar” clientes, sensibilizar multiplicadores de opinião ou interagir com a comunidade.”
Essa crescente importância da comunicação tornou-se ainda mais significativa considerando a influência da globalização nos comportamentos organizacionais, que levaram a comunicação a ser considerada parte integrante do planejamento estratégico, das relações da empresa com o mercado e com as pessoas. O próprio Bueno ressalta esse aspecto: “A Comunicação como inteligência empresarial não pode fazer concessão ao improviso. Apóia-se em metodologias, em pesquisas, em desenvolvimento de teorias e conceitos a serem aplicados a novas situações; apóia-se, sobretudo, na necessidade imperiosa de dotar a comunicação de um novo perfil: a passagem real do tácito para o estratégico.”

Para a criação de um programa estratégico de comunicação que atinja todos os membros de uma organização, dois fatores devem estar presentes: a clareza e a transparência. Essas características contribuem para definir as mensagens de forma programada, de modo a aumentar o nível de consciência dos públicos e o acerto de todo o processo.
As mudanças de cenário levaram as empresas a valorizar a comunicação como ferramenta estratégica de gestão, a praticá-la de maneira profissional e a investir no desenvolvimento de processos capazes de atender às expectativas de seus públicos.
Enfim, diante do impacto das mudanças nas relações/ colaboradores, a comunicação precisa ser repensada, definindo-se com clareza e objetividade seu papel dentro dos demais processos transformadores das organizações. É preciso estabelecer com clareza qual deve ser o papel estratégico da comunicação dentro da nova realidade empresarial. Repensar a comunicação significa conhecer as ideias que influenciaram a comunidade interna, como ela reage diante das mudanças e como interpreta os novos posicionamentos organizacionais e principalmente sua declaração de missão, visão e valores.

Repensar a comunicação significa ainda rever a linha editorial que conduz a comunicação da empresa. A comunicação com os empregados precisa ser levado em consideração, que se eles mudaram o paradigma comunicacional não pode se manter como no passado, precisa ser renovados para atender à nova situação da convivência interna da empresa. Não se pode mais manter um sistema de informação que se limita a repetir, fatos já passados e que não possa discutir os conflitos da organização. A inventividade deve ser introduzida na comunicação com os colaboradores, pois esperam diariamente notícias “quentes” sobre as operações empresariais, volume de vendas, novos negócios e resultados financeiros obtidos. Os comunicadores, para serem bem-sucedidos, devem conhecer com maior profundidade o público interno para qual dirigem suas mensagens.


REFERÊNCIAS

ABNT. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 5 p.

FRANÇA, Fábio; LEITE, Gutemberg. A Comunicação como Estratégia de Recursos Humanos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2007.
PESSOA, Sônia. Comunicação Empresarial, uma ferramenta estratégica. www.bocc.ubi.pt
Márcia Canêdo

By JORNALISMO ANTENADO with No comments

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Comunicação integrada x mídia

O desafio de hoje é buscar as melhores soluções com foco em comunicação multiplataforma e não apenas em função de uma única mídia. Você tem feito isso?

Nos últimos anos, percebemos uma grande evolução na comunicação de marcas, no sentido de integrar e ampliar o leque de canais e de mensagens enviadas ao consumidor. Hoje, para se chegar ao consumidor final, não basta apenas estar presente em campanhas de TV e mídia impressa, como há algum tempo. A comunicação precisa ser integrada e contemplar os mais variados canais, como os meios eletrônicos, pontos de venda, digital signares, entre outros.


A rotina do consumidor mudou, o que impacta diretamente, na evolução das agências de propaganda e marketing. O mercado de propaganda tenta se adaptar à nova realidade do consumidor e ao seu status "multiocasião". No entanto, apesar dos esforços para adequar as agências à nova demanda do mercado, muitas continuam viciadas em uma grande mídia.

O problema é que esta resistência pode comprometer a eficácia das ações de comunicação propostas. Afinal, nem sempre a melhor ação para uma marca ou para o aumento do volume de vendas se concentra apenas em uma grande mídia. O glamour do segmento, por tantos anos tão valorizado, começa a perder força. Em seu lugar, entram a necessidade de gerar retorno para o investimento da ação, tanto em construção de marcas quanto em resultados em vendas.

O desafio de hoje é realizar uma comunicação totalmente integrada: buscar as melhores soluções para o cliente com foco em comunicação multiplataforma e não apenas em função de uma única mídia. Neste sentido, as agências que trabalham com branding e ponto de venda podem ter alguma vantagem para se adequar ao novo momento da propaganda.

Ao gerar um plano de comunicação que já contempla um trabalho diversificado, em vários canais e alcançando o consumidor em pontos diferentes, a oportunidade e o potencial de retorno para o que foi investido aumentam. Essa nova dinâmica implicará em um trabalho mais integrado e talvez em menor receita, mas fortalecerá o relacionamento de longo prazo entre anunciantes e agências.À medida em que a comunicação atingir o consumidor em todas as situações às quais ele está exposto, o envolvimento, o relacionamento e, consequentemente, a fidelização serão maiores.

O novo momento do marketing deverá transformar a estratégia de custos das agências, além da estrutura interna e de todo o mercado. Ainda estamos aprendendo como atender à nova demanda com criatividade e sem onerar o cliente. Porém, uma coisa é certa: a longo prazo, todos ganharão com uma comunicação muito mais eficiente.

Leonardo Lanzetta (Sócio e Diretor executivo da DIA Comunicação e Diretor de Imagem Corporativa do POPAI Brasil)

Fonte : Portal HSM-20/01/2010


Um exemplo desse assunto pode ser lido no livro “Onipresente”, de Ricardo Cavallini, onde é debatido sobre a mudança do consumidor. Porém, o autor afirma que não é apenas o consumidor que está mudando, mas as agências também. Agora as mídias ficam em segundo plano, fazendo com que o público alvo se torne o primeiro e principal aspecto. Com a globalização podemos encontrar muitas mídias para se divulgar, mas não são todas as pessoas que utilizam-se de todas, por isso existe a Comunicação Integrada: ela estuda os consumidores, analisa as melhores mídias para atrair o  seu público alvo, fazendo também uma pesquisa de audiência.Muitas vezes uma marca quer anunciar seu produto em diversas frentes, então a mensagem transmitida acaba sendo a mesma, porém em formatos diferentes, conteúdos adaptados a cada meio, fazendo com que a união de todas as mídias se tornem uma só.

Márcia Canêdo

By JORNALISMO ANTENADO with 2 comments

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Ser e/ou Estar

O que importa mais nos dias de hoje: SER ou ESTAR ? Zappeando na internet me deparei com um artigo de  Fernando Adas que fala sobre a necessidade de criar e maturar o relacionamento com os consumidores ou prospects. Achei interessante as colocações dele e resolvi trazer pra debate.

Confira abaixo o artigo na íntegra 

Para os americanos, “ser” e “estar” podem ser expressos com a mesma palavra. Nunca entendi bem esse reducionismo, pois para mim esses dois verbos estão em sentidos opostos no espectro da nossa personalidade. Pense comigo: Arlette Pinheiro Esteves da Silva Torres e Fernanda Montenegro são a mesma pessoa. A primeira nasceu em 16 de outubro de 1929, é carioca, casada, paga impostos e faz supermercado. A segunda nasceu em 1950, quando iniciou sua carreira com o espetáculo “Alegres canções nas montanhas”.


Ter dois nomes faz parte do jargão profissional de algumas áreas como o teatro, a aviação ou o segmento imobiliário. Algumas culturas ou religiões também adotam o “double name”, a divisão entre um nome de “casa” e um de “rua ou no trabalho”. Em tempos de quebra de sigilo fiscal e vazamento de dados pessoais de imposto de renda, a reflexão sobre nomes ganha pauta nas discussões. As empresas são ávidas por nomes, novos de preferência. Buscam listas, querem cadastros, compram mailings em milheiros repletos de endereços e telefones. Ligam, enviam correspondências, fazem convites na tentativa de conquistar ou resgatar clientes.

As empresas compram Fernandas na tentativa de conquistarem Arlettes. Fernandas são conhecidas pelo nome; Arlettes pelas atitudes e valores. Fernandas são convidadas a eventos; Arlettes decidem se querem ou podem ir. Conquistar ambas é tarefa difícil e requer habilidade estratégica, mentalidade mercadológica e paciência. Habilidade estratégica para iniciar o contato com a Fernanda e aprofundar o relacionamento com a Arlette. Mentalidade mercadológica para entender a renda de Fernanda, mas observar a recência, a frequência e o valor das compras de Arlette. Paciência para conhecer, entender e avaliar as reações de ambas às ofertas recebidas. Significa dizer que entre um nome que você comprou para o envio de sua mala direta ou e-mail até o cliente que você conquistou e vai procurar fidelizar, há um projeto de relacionamento a ser criado e maturado.

A Fernanda é mais fácil de ser localizada, pois seus dados pessoais referem-se ao Nome, ao Endereço e ao Telefone. Às vezes, ao e-mail. Já a Arlette é mais contida, discreta, reclusa no ambiente familiar ou entre amigos. Seu estilo de vida é menos conhecido e, por isso, as referências pessoais não são obtidas de imediato, em uma planilha de Excel. Quem gera mais renda: Fernanda ou Arlette? Certamente a primeira. E quem decide o destino desta renda? Certamente a segunda. Por isso, o conhecimento sobre os hábitos de compra torna-se cada vez mais fundamental. Temos observado atentamente os resultados das pesquisas eleitorais que oscilam de maneira quantitativa, buscando informações de caráter qualitativo. A todo momento, percebem-se alterações nas respostas dadas pelas Fernandas, mas ponderadas pelas Arlettes.

Pesquisar é uma arte e uma técnica. Requer olhar e cérebro. Visão e pensamento. O consumidor é bipolar. Sofre de uma esquizofrenia “atitudinal” que o motiva a pensar em A, declarar B e praticar um gesto C. Por isso, as ações de relacionamento são mais eficazes que as abordagens pontuais, no esforço de conhecimento sobre o consumidor. Da próxima vez que você comprar um mailing, analise se está levando Fernandas ou Arlettes. Conheça a primeira, mas conquiste a segunda.

Fonte: Fernando Adas (Diretor de atendimento e planejamento da Fine Marketing e especialista em Comunicação Dirigida e Varejo)
Texto fonte retirado do site :  HSM Online-19/11/2010

Márcia Canêdo    

By JORNALISMO ANTENADO with No comments

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O Desafio do marketing digital é evoluir junto com público-alvo

Para Martha Gabriel, consultora e professora de MBA de marketing no ambiente digital,os profissionais da área precisam encontrar o cliente e ser relevante para ele.Até que se fizesse a roda, não parecia tão essencial a sua existência. O mesmo ocorre hoje no mundo do marketing. Antes do surgimento do ambiente online, não se fazia necessário usá-lo como ferramenta de marketing. Até mesmo porque o público não estava navegando na internet.Agora, o ambiente digital oferece mais opções de plataformas de ação, pontos de presença e relacionamento com o consumidor. No entanto, as melhores opções a serem utilizadas, incluindo as plataformas tradicionais de marketing, são determinadas em função de cada objetivo e público-alvo. “O que muda o marketing é a mudança do comportamento do público-alvo e não as tecnologias em si”, pontua Martha Gabriel, consultora e autora do livro "Marketing na Era Digital".

De acordo com a acadêmica, as plataformas digitais proporcionaram voz às pessoas em proporções cada vez maiores e em formato de rede. Por isso, o desafio do marketing digital é ser relevante para as pessoas. “Se antes o público era alvo, hoje além de alvo é também mídia e gerador de mídia. Essa transformação social que as tecnologias digitais online têm alavancado deve nortear as ações de marketing cada vez mais”, pontua a acadêmica.Assim, torna-se importante saber validar os vários tipos de mensagens e informações que circulam no ambiente online. “A principal disciplina a ser aprendida hoje é educação digital - educação 2.0 - que ensina a ouvir e agir no ambiente digital. A habilidade de saber validar a informação, o ‘ouvir 2.0’, ainda precisa ser educado”, complementa Martha.

Por isso, determinar o que é relevante para o target é essencial para a captura de atenção. Diante de um cenário em que as pessoas são bombardeadas por informações em tempo real, em um volume e frequência enormes, a relevância virou palavra de ordem em todas as ações de marketing, seja na busca, mobile, redes sociais etc. “Hoje o que importa não é mais conquistar audiência, mas a atenção”, afirma Martha.Contudo, a consultora avalia que o que é emergente do marketing digital é justamente o que sobra de essencial: as relações humanas, que são catalizadas pelo digital. “As conexões são digitais, mas as relações são humanas”, ressalta.


Além disso, Martha criou o conceito de “one line”, que seria o melhor mix indicado para cada caso específico, para atender necessidades e desejos do consumidor. “Como estamos nos tornando seres híbridos, que vivem on e off simultaneamente, o importante não é se a mídia ou as ações de marketing são feitas na plataforma digital ou não. O que é realmente importante é usar a plataforma mais adequada para alcançar e atender o seu público”, conta.Para a consultora, da mesma forma que qualquer tecnologia que surgiu no passado remodelou as tecnologias anteriores, como aconteceu com a pintura, fotografia, cinema, televisão, vídeo, etc, o mesmo acontece agora com a emergência das várias plataformas digitais.“No caso do digital, como ele favorece a convergência e o cross-mídia, as transformações são maiores e mais impactantes. Entretanto, essas transformações são auto-reguladoras. Apenas as soluções mais adequadas sobrevivem no mercado”, posiciona.



Perfil do profissional de Marketing Digital

Com o avanço cada vez maior do uso de ferramentas de marketing digital, o perfil do profissional também acaba sendo impactado. Para a professora, há a “necessidade de se conhecer as diversas tecnologias para poder traçar estratégias adequadas”. Hoje, surgem tecnologias novas todos os dias. Conhecer todas as tecnologias com maestria para poder traçar estratégias adequadas junto ao público-alvo é uma tarefa quase impossível para um profissional isolado.“Acredito que uma forte tendência seja cada vez mais termos equipes multidisciplinares e também campanhas traçadas por mais de uma agência em conjunto, envolvendo habilidades diversas de todos. Estamos realmente caminhando para a era de colaboração. Sem ela, corre-se o risco cada vez maior de se perecer no cenário emergente”, defende Martha.


Confira algumas dicas básicas de SEO para redigir um texto:


Títulos: O ideal é que a palavra-chave escolhida, apareça no começo e que esse título não seja muito longo.
Plágio: O Google está muito evoluído quanto à questão de cópia de conteúdo, se você pegar conteúdo de outro site, o Google eventualmente vai perceber e ignorar sua página. Se alguém copia um conteúdo seu, vai acontecer o mesmo. Óbvio que nada é perfeito e as vezes o Google pode demorar um pouco a perceber, então aproveite para fazer um serviço bem feito e criar um texto único para se garantir.
Links on page: Crie pelo menos 1 link interno na primeira vez que a palavra-chave aparecer, isso é o mínimo a se fazer. A melhor “estratégia” sempre depende muito de que você está falando, tamanho do texto, quantidade de palavras que deseja otimizar, etc. Crie 1 ou 2 links nas palavras-chave para uma página interna e garanta o mínimo para seu conteúdo.
Em SEO não existe fórmula milagrosa, é trabalho constante e sempre se atualizando sobre as alterações dos critérios de relevância dos motores de busca, do comportamento dos concorrentes e vários outros fatores. Como redator, tente adaptar algumas tecnicas ao texto e como profissional de SEO, faça o possível para manter o texto com sentido para o público, pois se ninguem ler, não adianta nada sua otimização.


Fonte: HSM Online- 18/11/2010 

By JORNALISMO ANTENADO with 3 comments

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Estamos com fome de amor


O que temos visto por ai ??? Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes.
Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer mas... chegam sozinhas e saem sozinhas...
Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos...

Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.
E não é só sexo não! Se fosse, era resolvido fácil, alguém tem dúvida?
Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama ... sexo de academia . . .

Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçadinhos, sem se preocuparem com as posições cabalisticas...
Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção...
Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós...
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja o número de comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!"

Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal "beleza"...
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos...
Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário...
Pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa...
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, démodê, brega, familias preconceituosas...
Alô gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados...

Mas e daí? Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado...
"Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais...
Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem a ver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida...
E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois...
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ?
Um ditado tibetano diz: "Se um problema é grande demais, não pense nele... E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?"
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado...

O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out... ou in...
Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas, maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros, eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim de olhar, e imaginar a gostosa, mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.



Queira do seu lado a mulher inteligente: "Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida"...
Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: "amo você", "fica comigo", então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!
Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!

Arnaldo Jabor

By JORNALISMO ANTENADO with 2 comments

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Pipocas da Vida - Rubem Alves

A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser quem devem ser. O milho da pipoca não é o que deve ser.
Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.
O milho da pipoca somos nós: duros,quebra-dentes, impróprios para comer.
Pelo poder do fogo podemos, repentinamente nos transformar em outra coisa. 





Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca para sempre. Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira. 
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas.Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. 


Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos, cujas causas ignoramos. Mas há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. 
Mas de repente vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. 


Sem fogo o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação. 
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. 
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesmo. Ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz... 


Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: PUM ! – e ela aparece como uma outra coisa completamente diferente que ela mesma nunca havia sonhado. 
Bom, mas ainda temos o “piruá”que é o milho de pipoca que se recusa estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar. 


Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas de serem. A sua presunção e o medo são a dura casca de milho que não estoura. 
O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria para ninguém. 
Terminando o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo...





E você ... quer ser PIPOCA ou PIRUÁ na sua vida??!! 


Rubem Alves foi muito feliz quando escreveu este texto. O ser humano é por natureza criado para ser duro na vida. Aguentar as pancadas, os obstáculos, as impunidades. A realidade vivida diariamente nos prepara para sempre para o pior. Porém a realidade é que mesmo que na lei da sobrevivência vença o mais forte devemos aprender que os obstáculos, as provações fazem parte da vida e de nosso aprendizado . Para quem acredita tudo o que passamos em nosso período encarnado servirá para nossa evolução. Portanto não tenham medo das dificuldades mas sim coragem para enfrentá-las e vencê-las. Seja pipoca na vida, passe sem traumas pelas transformações que se mostrarem necessárias  !!!


Márcia Canêdo    



By JORNALISMO ANTENADO with 2 comments

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Só em meio a multidão...



O vídeo fala por si , mas difícil deixar passar a oportunidade de falar sobre a  sensação de solidão em  meio a multidão... Quem nunca se sentiu desta forma... meio um estranho no ninho, mais um em meio ao monte porém invisível. É sem dúvida uma sensação terrível e como no caso mostrado é cada vez mais comum acontecer com pessoas que moram sozinhas. Aliás estudos comprovam que nunca se viu tantos solitários como neste século. 
Fruto do progresso, globalização e informatização cada vez maior , fato é que o ser humano vem se fechando tanto em um mundo próprio . Estranho dizer quando alguém consegue penetrar essa barreira como muda todo o jeito de ver a vida e o que ela nos apresenta. Bom vou deixá-los ver o vídeo e tirar suas próprias impressões e reflexões!  Espero que gostem    


Márcia Canêdo

By JORNALISMO ANTENADO with No comments

segunda-feira, 30 de abril de 2012

O Orgulho de Ser Mineiro

Ouro Preto
Ser mineiro não é só dizer uai, trem bão, etc e tal, é ter todo um jeito especial e diferenciado de ser.

É não se meter em cumbuca alheia; 
é não dar um passo maior que as pernas;
é não dar ponto sem nó; 
é confiar, desconfiando;
é não mostrar o que sabe; 
é falar menos e escutar mais;
é chegar antes da hora 
para não perder o trem;
é não andar no escuro 
para não encontrar o que não se deve.



Mineiro não gosta de conversa mole de enrolador, 
nem de conversa fiada de quem diz o que não deve.
Mineiro gosta de segredo. 
Não gosta de dizer o que faz, nem o que vai fazer,
deixa para revelar quando já está pronto.

Ser mineiro é passar por bobo e ser inteligente. 
É se vestir com simplicidade, sendo fazendeiro;
é reclamar dos preços, sendo banqueiro; 
é dar desconto para ganhar o freguês.
Mineiro não olha diretamente, tem educação, 
espia, fingindo que não presta atenção;
não é de vingança, mas pode esperar o troco; 


não estica conversa com estranhos,
mas recebe os amigos como se fossem reis; 
não troca um pássaro na mão por dois voando, 
pois só arrisca quando tem certeza.

Ser mineiro é ter sabedoria, simplicidade, modéstia, 
solidariedade, coragem e bravura.
É fazer de um fracasso o princípio de uma vitória, 
e da vitória, a humildade do não foi nada demais.

O mineiro, se vive no campo, 
gosta de ouvir os sons da natureza:
do movimento da água nos rios, do ar nos ventos 
e olhar o céu para sentir as mudanças do tempo:
saber se vai dar sol ou chover, fazer calor ou frio; 
gosta também de ouvir o cantar dos pássaros,
o latido do seu cachorro amigo, 
o mugir do gado leiteiro,
o relincho do forte e nobre cavalo ... 
e, vez em quando, escutar as notícias da cidade.

Juiz de Fora
Mineiro que vive na cidade, 
não deixa de lado o seu jeito interior,
leva o valor do campo junto consigo; 
se estiver em outro país,
entre as saudades maiores 
estão as belas montanhas de Minas Gerais,
com que interage desde cedo.

Segundo os que não são de Minas, 
o motivo por que o mineiro é desconfiado,
é que, crescendo entre montanhas, 
anda atento pelos caminhos,



sem saber o que se esconde 
atrás de cada uma delas,
já que cada qual tem seu mistério, 
não há duas que se igualem.
Fato é que, ao sair de seus domínios, 
torna-se difícil enganar o mineiro
que enxerga atrás das montanhas outras, 
entrelinhas das palavras.
Devagar e sempre, 
o mineiro chega aonde quer.


Ser mineiro é ser conservador 
no que precisa ser conservado.
No amor-casal, dois é bom, três é demais. 
Ser Mineiro é ser religioso.
Mineiro não se sente só aonde quer que vá, 
pois sente que a mão de Deus o protege.



Cine Teatro Central - Juiz de Fora
Ser mineiro também é ser inovador 
no que precisa ser inovado.
É gostar de saber mais para contar seus causos; 
é admirar o belo, a arte, a vida;
é amar a liberdade de ir, de vir, de pensar, de ser; 
é ser poeta e gostar de fazer política 
para não perder o idealismo de mudar as coisas.






Ser mineiro é ser gente como a gente: eu e você, 
que, entre trabalho e suor, com lágrimas e sorrisos,
construímos a história dessa nossa Minas Gerais, 
as minas de ouro, diamante, pedras preciosas...
riquezas infinitas minerais e pessoais, 
que podem ser encontradas nos subsolos
ou caminhando pelas ruas das nossas cidades.




Orgulho de ser Mineiro (a)




Fonte: 

* Obra Destaque Literário 2008 - Concurso Internacional Letras Premiadas, Alpas XXI.
CRUZ, Ana da. Ser Mineiro (poema). Mural dos Escritores (blog) Disponível em URL: [http://muraldosescritores.ning.com/profiles/blogs/ser-mineiro] 20/01/2009.
Imagens: Google

Márcia Canêdo

By JORNALISMO ANTENADO with 5 comments

    • Popular
    • Categorias
    • Arquivos